Isso me faz pensar se sou eu mesmo o dono de meu próprio coração, ou se seria ele um agente duplo infiltrado no meu peito jogando ao meu favor e contra mim.
Quando achamos que esquecemos, quando achamos que passou e que estamos livres para seguir em frente. Um sorriso, não mais que um sorriso, é o suficiente para seu coração saltitar de alegria e puxar seu tapete lhe dizendo exatamente aquilo que você não gostaria de ouvir: "é ele, ainda é ele e você não o esqueceu".
E assim vamos trilhando novamente a estrada das rosas, de aroma e vista surrealmente agradáveis, porém cheia de espinhos.

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