Um bater inaudível, preso, acorrentado.
Oprimido, magoado...
Desfrutando de um sorriso sem brilho
regado com reles migalhas de ilusórias esperanças que perpassam pelas finas frestas da escura prisão.
Um semi-vivo ainda bate, ainda pulsa.
Ele está lá, batalhando para continuar a viver, querendo voar!
E peço apenas o seu fim, para que eu possa de novo...
Voltar a voar.

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